Quem é Maria
- Maria menina
- Maria líder
- Maria professora
- Maria e a política
- Maria que cuida
- Maria mulher
- Maria que faz
- Maria que une
- Maria e o futuro
Maria do Rosário nasceu em Veranópolis, na Serra Gaúcha, em 1966. É a sexta dos sete filhos de uma família de pessoas humildes e trabalhadoras. Quando Maria tinha seis anos, a família se mudou para Porto Alegre em busca de melhores condições de vida.
Na adolescência, Maria se tornou liderança estudantil e passou a atuar no movimento comunitário da zona leste da Capital, sempre trabalhando contra as desigualdades. Também teve atuação de destaque no movimento pela redemocratização do Brasil e pelas eleições diretas para presidente da República.
Foi por perceber o caráter emancipador da educação, como política pública capaz de promover o desenvolvimento humano, que Maria escolheu ser professora, cursando Magistério no Instituto de Educação e Pedagogia na UFRGS. Junto com os colegas professores reivindicou direitos para a categoria e se tornou referência no seu sindicato, o Cpers. Recentemente tornou-se mestre em Educação, pela UFRGS.
Por conta da sua atitude no enfrentamento das desigualdades e na liderança sindical em defesa dos professores e trabalhadores em educação do Estado, aos 25 anos Maria foi eleita vereadora de Porto Alegre.
Era o começo de uma trajetória política marcada por muita vontade, determinação e sensibilidade. Quatro anos depois, foi reeleita como a mais votada da história da cidade até então. Sua atuação na Câmara Municipal foi marcada pela presença nas comunidades e defesa da regularização de moradias, de um transporte público de qualidade e de uma educação que atenda mais e melhor as pessoas.
Eleita deputada estadual, Maria ampliou ainda mais o trabalho em defesa das pessoas e tornou-se referência. Como presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos e vice-presidente da Assembléia Legislativa, teve como foco a afirmação dos direitos das crianças e adolescentes e forte atuação no enfrentamento das discriminações.
Em 2002, mesmo ano em que Lula foi eleito presidente, Maria tornou-se deputada federal. Logo no início do mandato, se destacou ao enfrentar uma triste realidade brasileira: a exploração sexual infantil. Também sempre priorizou afirmar os direitos das mulheres, dos negros e negras, das pessoas com deficiência, da livre orientação sexual, dos trabalhadores e dos aposentados.
Como presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, Maria deu um novo ritmo ao trabalho parlamentar, convidando a sociedade a construir uma política estruturante para o ensino brasileiro.
Mesmo tendo sido vereadora, deputada estadual e federal, no seu segundo mandato, Maria jamais deixou de estar próxima das pessoas, especialmente daquelas que mais precisam. Ao invés de ficar nos gabinetes, sempre esteve presente nos bairros, nas cidades e nos movimentos da sociedade. Nestes anos de vida pública, batalhou pela educação, pelos direitos humanos, pela infância, pelos trabalhadores e contra qualquer tipo de violência.
Toda essa trajetória fez dela uma das lideranças mais reconhecidas do Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, presidiu a Comissão de Educação e Cultura, representou o Brasil junto à ONU pelo seu trabalho com as crianças, aprovou leis importantes para o país e está entre os parlamentares mais atuantes da Câmara dos Deputados.
Maria compreendeu desde cedo que a realidade para as mulheres é mais complexa, pois sobre elas recai a responsabilidade de trabalhar e de administrar a família, muitas vezes em condições desiguais e sem reconhecimento. Isso só reforça seu trabalho em defesa dos direitos das mulheres, em especial no combate das distorções e da violência.
Ao longo de sua trajetória parlamentar, Maria apresentou e aprovou projetos a partir das necessidades da população. Em Porto Alegre, ela é autora da lei que adaptou o transporte coletivo para as pessoas com deficiência, da lei que instituiu a eleição direta para diretores de escola e da lei que criou o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.
No estado, lei de sua autoria estabeleceu a busca imediata de crianças, adolescentes e pessoas com deficiência desaparecidas. Em nível federal, aprovou a lei que estabelece o direito das mulheres terem acompanhantes na hora do parto em hospitais públicos, uma legislação rigorosa contra a exploração sexual e a nova lei nacional de adoção, que enfrenta o abandono de crianças.
Também garantiu recursos para as creches através do Fundo da Educação Básica (Fundeb) e teve papel de destaque na aprovação de projetos importantes, como o ProUni e o piso salarial dos professores. Além disso, destinou emendas parlamentares em diversas áreas para centenas de municípios gaúchos e auxiliou o governo federal em políticas importantes, como a expansão de creches, escolas técnicas e universidades.
Por sua capacidade de agregar, concorreu à prefeitura de Porto Alegre em 2008, liderando uma coligação de partidos e com o apoio de grande parte da sociedade. Durante a campanha, enfrentou com coragem temas complexos e apresentou soluções para problemas graves que a cidade enfrenta. Chegou ao segundo turno demonstrando experiência, vontade e preparo para renovar a prefeitura da cidade.
Neste ano, recebeu a importante missão de coordenar nacionalmente o Programa de Governo de Dilma Rousseff nas áreas de Educação, Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres. O desafio é avançar ainda mais o projeto que vem dando certo com Lula.
Com a persistência de mulher, mãe, professora e parlamentar, Maria do Rosário não desiste dos compromissos que assume com as pessoas. Ela trabalha por um presente e um futuro melhores, com oportunidade para os jovens, mais empregos, saúde, educação, segurança e moradia digna. É isso que faz de Maria uma deputada necessária ao Rio Grande e às pessoas. Com ela, os gaúchos podem contar.




